No próximo domingo, 18 de dezembro, as 16 horas o mundo estará ligado na televisão para assistir o último ato de um dos maiores jogadores de todos os tempos, Lionel Messi. O argentino que chega para sua segunda final de Copa do Mundo irá se despedir da competição e quem sabe da seleção.
Disputando o seu último mundial, o craque parece estar flutuando em campo e comandando com maestria a sua equipe. Como muitos estão falando, Messi está cada vez mais parecido com Don Diego Maradona, e sua postura contra a Holanda ilustra essa comparação. Já diante da Croácia dispensa comentários.
Acredito que a performance de ontem foi um colírio para os amantes da bola, porém confesso que assisti outras melhores do astro. Louco ou outro adjetivo? Não, mesmo. Falo isso, porque o talento do argentino é tão grande que atuações como a das semifinais parecem normais quando pensamos em outras como diante o Bayern, em 2015.
Agora chegou a hora de escrever o último capítulo e coroar com chave de ouro. A cereja do bolo é a taça mais cobiçada do futebol e Messi parece disposto a seguir os passos, de Don Diego e repetir o mesmo gesto de um dos maiores jogadores, em 1986.

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